Preciso criar um nome.
Um produto, uma linha, um serviço, uma unidade ou uma marca nova precisa ser nomeada. Trabalhamos território, critérios, alternativas, checagem preliminar de disponibilidade e a recomendação com o raciocínio por trás dela.
O peso da decisão define o tamanho do projeto: nomear uma linha dentro de uma marca existente é diferente de nomear a marca que vai sustentar a expansão da empresa.
Minha marca não acompanha mais o negócio.
A empresa cresceu, mudou de público ou de ambição, e a marca ficou para trás. O posicionamento não está claro, a comunicação muda conforme quem produz e a identidade visual já não representa o que o negócio é hoje.
Trabalhamos posicionamento, proposta de valor, narrativa, tom de voz e sistema visual — profundo o bastante para orientar decisões, prático o bastante para ser usado.
Estamos criando uma marca do zero.
Não há nome, posicionamento nem identidade — e todos precisam nascer conectados. Os movimentos se combinam em um único projeto, e a entrada no mercado pode entrar no mesmo escopo.
Não é um pacote rígido: a composição depende da complexidade, do estágio do negócio e do que já foi definido.
Temos várias marcas ou produtos e precisamos organizar tudo.
Múltiplos públicos, unidades, linhas ou marcas convivendo sem uma lógica que explique como se relacionam. Aqui o trabalho é de arquitetura: organizar o portfólio, definir hierarquias e estabelecer princípios de governança que sobrevivam ao próximo lançamento.
Checagens preliminares de disponibilidade não substituem a análise e o acompanhamento de profissionais jurídicos especializados. Registro no INPI e parecer jurídico seguem por conta de quem é do ramo.